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Lamashtu
Mesopotâmicos

Lamashtu

A Devoradora de Crianças

Domínio
Doença, Morte e Pesadelo
Alinhamento
Caótico e Mau
Elemento
Trevas
Relíquias do Poder
Pente e Fuso Sombrios
Falar com Lamashtu

O Povo

Povo
Sumérios, acádios e babilônios
Região
Mesopotâmia (atual Iraque)
Período
c. 3500 – 500 a.C.

Os deuses mesopotâmicos eram cultuados pelos sumérios, acádios, babilônios e assírios na terra entre o Tigre e o Eufrates, berço da escrita e das cidades. Cada urbe erguia um zigurate ao seu deus patrono, servido por uma poderosa casta de sacerdotes. Seus mitos, como o Enuma Elish e a Epopeia de Gilgamesh, estão entre os mais antigos do mundo.

O festival de Akitu abria o ano novo com procissões pela Via Sacra da Babilônia, e o rito do casamento sagrado unia simbolicamente Inanna e Dumuzi para garantir a fertilidade. Lamentações, hinos e adivinhação pelo fígado de animais marcavam a vida religiosa diária.

Os Pergaminhos Sagrados

Lamashtu é uma temível demônia da mitologia mesopotâmica, que ameaçava as mulheres grávidas e os recém-nascidos. Filha do deus do céu Anu, agia por pura malícia, sem precisar de ordens, espalhando doenças, abortos e morte. Era uma das figuras mais temidas do panteão dos demônios, combatida com amuletos e encantamentos. Como A Devoradora de Crianças, esta divindade ocupa uma posição de prestígio supremo no panteão dos mesopotamicos. Seus domínios sobre Doença, Morte e Pesadelo refletem a ordem cósmica ancestral mantida através dos milênios. Na iconografia clássica, é retratada com uma aura de majestade inabalável e atributos sagrados que inspiravam reverência tanto a imperadores quanto a camponeses. Sua influência estendia-se além das fronteiras terrenas, governando os destinos e a harmonia entre o visível e o invisível. Para os antigos devotos, contemplar sua essência era compreender as próprias forças fundamentais da natureza e da existência humana.

Símbolos Sagrados

A leoa, o pente, o fuso e a serpente

Linhagem Divina

Filha do deus do céu Anu; rival da figura protetora de Pazuzu.

O Mito Lendário

Diferente da maioria dos demônios, que agiam sob ordem dos deuses, Lamashtu fazia o mal por vontade própria, esgueirando-se nos lares para tocar o ventre das grávidas e roubar os bebês recém-nascidos.

Lendas & Feitos

Uma célebre lenda secundária preservada nas tradições orais dos mesopotamicos narra a jornada em que Lamashtu interveio diretamente na vida dos mortais.

Culto & Adoração

Historicamente, o culto a Lamashtu ocupava um lugar central no calendário religioso e arquitetônico da antiguidade.

Relíquias do Poder

Os objetos que carrega ao espreitar os lares, símbolos de seu ataque às mães e aos recém-nascidos.

Você Sabia?

As muitas placas e amuletos contra Lamashtu refletem a altíssima mortalidade infantil da Antiguidade, quando proteger um recém-nascido era uma das maiores angústias das famílias.

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