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Ishtar
Mesopotâmicos

Ishtar

A Rainha do Céu

Domínio
Amor e Guerra
Alinhamento
Caótico e Neutro
Elemento
Fogo
Relíquias do Poder
Estrela de Oito Pontas
Falar com Ishtar

O Povo

Povo
Sumérios, acádios e babilônios
Região
Mesopotâmia (atual Iraque)
Período
c. 3500 – 500 a.C.

Os deuses mesopotâmicos eram cultuados pelos sumérios, acádios, babilônios e assírios na terra entre o Tigre e o Eufrates, berço da escrita e das cidades. Cada urbe erguia um zigurate ao seu deus patrono, servido por uma poderosa casta de sacerdotes. Seus mitos, como o Enuma Elish e a Epopeia de Gilgamesh, estão entre os mais antigos do mundo.

O festival de Akitu abria o ano novo com procissões pela Via Sacra da Babilônia, e o rito do casamento sagrado unia simbolicamente Inanna e Dumuzi para garantir a fertilidade. Lamentações, hinos e adivinhação pelo fígado de animais marcavam a vida religiosa diária.

Os Pergaminhos Sagrados

A apaixonada e implacável deusa da beleza e da destruição do Oriente Médio. Desceu ao submundo sumério e retornou triunfante. Como A Rainha do Céu, esta divindade ocupa uma posição de prestígio supremo no panteão dos mesopotamicos. Seus domínios sobre Amor e Guerra refletem a ordem cósmica ancestral mantida através dos milênios. Na iconografia clássica, é retratada com uma aura de majestade inabalável e atributos sagrados que inspiravam reverência tanto a imperadores quanto a camponeses. Sua influência estendia-se além das fronteiras terrenas, governando os destinos e a harmonia entre o visível e o invisível. Para os antigos devotos, contemplar sua essência era compreender as próprias forças fundamentais da natureza e da existência humana.

Símbolos Sagrados

Estrela de oito pontas, leão e o planeta Vênus

Linhagem Divina

Filha de Anu (ou do deus-lua Sin); irmã de Ereshkigal, rainha do submundo.

O Mito Lendário

Desceu ao submundo de sua irmã Ereshkigal atravessando sete portões, despindo-se a cada um até chegar nua e impotente. Morta e ressuscitada, teve de enviar o marido Dumuzi como substituto entre os mortos.

Lendas & Feitos

Uma célebre lenda secundária preservada nas tradições orais dos mesopotamicos narra a jornada em que Ishtar interveio diretamente na vida dos mortais.

Culto & Adoração

Historicamente, o culto a Ishtar ocupava um lugar central no calendário religioso e arquitetônico da antiguidade.

Relíquias do Poder

Um brasão celeste de bronze brilhante que evoca amor ou fúria em combate.

Você Sabia?

O deslumbrante Portão de Ishtar da Babilônia, em azul-cobalto, foi reconstruído e hoje está no Museu de Pérgamo, em Berlim.

O resto deste pergaminho está selado

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Equivalências Divinas

Do mesmo panteão

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