Pular para o conteúdo
CodexMythologia
Voltar ao Códice
Retrato de Ishtar, divindade mesopotâmica
Mesopotâmicos
Toque ou arraste
Mesopotâmicos

Ishtar

A Rainha do Céu

Domínio
Amor e Guerra
Alinhamento
Caótico e Neutro
Elemento
Fogo
Relíquias do Poder
Estrela de Oito Pontas
Falar com Ishtar

O Códice completo

5 seções desta ficha estão abertas para todo mundo: o resumo, o povo, os símbolos, a linhagem e as fontes. As outras 9 (Nome e epítetos, Nas fontes antigas, Os mitos, Culto e arqueologia, Como era representado, O que os estudiosos discutem, Depois da Antiguidade, Você sabia?, Relíquia do Códice) fazem parte do Códice completo: o PRO abre o estudo inteiro das 500 divindades, e sem assinatura você lê uma ficha completa por dia, igual no app.

O Povo

Povo
Sumérios, acádios e babilônios
Região
Mesopotâmia (atual Iraque)
Período
c. 3500 – 500 a.C.

Os deuses mesopotâmicos eram cultuados pelos sumérios, acádios, babilônios e assírios na terra entre o Tigre e o Eufrates, berço da escrita e das cidades. Cada urbe erguia um zigurate ao seu deus patrono, servido por uma poderosa casta de sacerdotes. Seus mitos, como o Enuma Elish e a Epopeia de Gilgamesh, estão entre os mais antigos do mundo.

O festival de Akitu abria o ano novo com procissões pela Via Sacra da Babilônia, e o rito do casamento sagrado unia simbolicamente Inanna e Dumuzi para garantir a fertilidade. Lamentações, hinos e adivinhação pelo fígado de animais marcavam a vida religiosa diária.

Em poucas palavras

Ishtar, correspondente à Inanna suméria, é a suprema deusa mesopotâmica do amor sensual, da fertilidade e da guerra impetuosa. Filha de Sin e irmã de Shamash, manifesta-se nos céus como o planeta Vênus e comanda a fúria nos campos de batalha. Seu mito central de descida ao submundo e o confronto com Gilgamesh consolidaram sua soberania cósmica.

5 min de leitura · Revisado em 25 de setembro de 2026 · Como pesquisamos

Símbolos sagrados

Estrela de oito pontas, leão e o planeta Vênus

Família

Ishtar
Uniões
Filhos
Shara (divindade de Umma)Lulal
Genealogia segundo Descida de Ishtar ao Submundo (linhas 1-138); Epopéia de Gilgamesh (Tabuinha VI.1-100); Hinos de Enheduanna (Nin-me-sar-ra 1-153)

Fontes e leituras

Fontes primárias

  • Hamilton, Leonidas Le Cenci et al. (eds.), Babylonian and Assyrian Literature. ler
  • Mackenzie, Donald A., Myths of Babylonia and Assyria. ler

Estudos

  • Jeremy Black, Gods, Demons and Symbols of Ancient Mesopotamia. 1992.
  • Thorkild Jacobsen, The Treasures of Darkness: A History of Mesopotamian Religion. 1976.
  • Stephanie Dalley, Myths from Mesopotamia: Creation, the Flood, Gilgamesh, and Others. 2000.
  • Rivkah Harris, Gender and Aging in Mesopotamia. 2000.

Nome e epítetos

O nome acadiano Ištar remonta a uma raiz semítica associada à divindade matutina e ao astro Vênus ('Aṯtar), enquanto o seu antecessor sumério, Inanna, deriva da contração de Nin-anna, que traduz literalmente 'Senhora do…

Nas fontes antigas

Descida de Ishtar ao Submundo, c. séc. XII a.C. (versão padrão acadiana baseada em originais sumérios do III milênio a.C.).

Os mitos

A Descida aos Sete Portais do Submundo. Resoluta em estender sua soberania até a terra dos mortos, governada por sua irmã Ereshkigal, Ishtar vestiu suas sete insígnias divinas e desceu ao Grande Abismo.

Culto e arqueologia

O culto de Ishtar estendia-se por toda a Mesopotâmia com intensidade incomparável. Em Uruk, o grandioso complexo templário de Eanna concentrava rituais régios de Casamento Sagrado (Hieros Gamos), onde o soberano encarna…

Como era representado

Na iconografia do relevo e dos selos cilíndricos mesopotâmicos, Ishtar aparece frequentemente em pé sobre as costas de um leão rugente, empunhando arcos duplos e aljavas repletas de flechas que brotam diretamente de seu…

O que os estudiosos discutem

Ambiguidade de Gênero e o Papel dos Sacerdotes Extáticos. Historiadores das religiões como Rivkah Harris e Julia Assante demonstram que os textos cuneiformes descrevem Ishtar explicitamente como capaz de transformar mas…

Depois da Antiguidade

A figura de Ishtar influenciou decisivamente o desenvolvimento de divindades do Mediterrâneo oriental, estabelecendo as bases mitológicas da Astarte fenícia e, subsequentemente, da Afrodite grega.

Você sabia?

A famosa Porta de Ishtar, decorada com tijolos vidrados azuis exibindo dragões e touros, guardava a via processional da Babilônia construída por Nabucodonosor II.

Relíquia do Códice

Estrela de Oito Pontas. Um brasão celeste de bronze brilhante que evoca amor ou fúria em combate.

O resto deste pergaminho está selado

As lendas, o mito, o culto e as relíquias fazem parte do Códice completo. Você pode abrir 1 ficha completa de graça por dia; para abrir todas as 500 divindades sem limite e sem anúncios, assine o Codex PRO.

Ver o Codex PROBaixar na Google Play

Equivalências Divinas

Do mesmo panteão

Ver panteão