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Lono
Polinésios

Lono

O Deus da Paz e da Fartura

Domínio
Paz, Chuva e Agricultura
Alinhamento
Neutro e Bom
Elemento
Água
Relíquias do Poder
Estandarte da Colheita
Falar com Lono

O Povo

Povo
Povos polinésios
Região
Ilhas do Pacífico
Período
c. 1000 a.C. – presente

Os deuses polinésios eram cultuados pelos navegadores que colonizaram as ilhas do Pacífico, do Havaí à Nova Zelândia e à Ilha de Páscoa. Honravam-nos em plataformas sagradas (marae) e no conceito de mana, o poder espiritual. Seus mitos, como os do herói Maui, ainda são contados entre maoris e havaianos.

Nos marae, plataformas sagradas de pedra, sacerdotes ofereciam primícias e invocavam os deuses antes de pescas e guerras. O sistema de kapu (tabu) regia o que era sagrado e proibido, e no Havaí o hula nasceu como dança devocional a deusas como Pele e Laka.

Os Pergaminhos Sagrados

Um dos quatro grandes deuses havaianos, Lono rege a paz, a fertilidade, a chuva, a agricultura e a música. Em sua estação, a guerra era suspensa para celebrar a colheita e a abundância. É o oposto pacífico de Kū, trazendo as chuvas que fazem a terra prosperar. Como O Deus da Paz e da Fartura, esta divindade ocupa uma posição de prestígio supremo no panteão dos polinesios. Seus domínios sobre Paz, Chuva e Agricultura refletem a ordem cósmica ancestral mantida através dos milênios. Na iconografia clássica, é retratada com uma aura de majestade inabalável e atributos sagrados que inspiravam reverência tanto a imperadores quanto a camponeses. Sua influência estendia-se além das fronteiras terrenas, governando os destinos e a harmonia entre o visível e o invisível. Para os antigos devotos, contemplar sua essência era compreender as próprias forças fundamentais da natureza e da existência humana.

Símbolos Sagrados

O estandarte branco, as nuvens de chuva, a batata-doce e o porco

Linhagem Divina

Um dos quatro grandes deuses havaianos, com Kāne, Kū e Kanaloa.

O Mito Lendário

Durante o Makahiki, festival anual de quatro meses dedicado a Lono, cessavam as guerras e os trabalhos pesados para honrar a colheita com jogos, festas e oferendas.

Lendas & Feitos

Uma célebre lenda secundária preservada nas tradições orais dos polinesios narra a jornada em que Lono interveio diretamente na vida dos mortais.

Culto & Adoração

Historicamente, o culto a Lono ocupava um lugar central no calendário religioso e arquitetônico da antiguidade. Imponentes templos de pedra e santuários ao ar livre foram erguidos em sua honra nas principais capitais dos…

Relíquias do Poder

Um estandarte de pano branco erguido nas festas da colheita para celebrar a paz e a fartura.

Você Sabia?

O festival Makahiki de Lono, com sua trégua de guerra e celebração da colheita, era em certo sentido um equivalente havaiano às festas de fim de ano.

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