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Ixtab
Maias

Ixtab

A Deusa da Corda e dos Enforcados

Domínio
Morte, Suicídio e Paraíso
Alinhamento
Neutro Puro
Elemento
Trevas
Relíquias do Poder
Corda Celeste
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O Povo

Povo
Maias
Região
Mesoamérica (Iucatã e Guatemala)
Período
c. 2000 a.C. – 1500 d.C.

Os deuses maias eram cultuados nas cidades-estado da Mesoamérica, como Tikal, Palenque e Chichén Itzá. Sacerdotes-astrônomos liam os céus e o calendário para honrá-los no tempo certo, em templos-pirâmide cobertos pela selva. Muitos de seus mitos sobrevivem no Popol Vuh, o livro sagrado dos maias quichés.

Reis e rainhas maias ofereciam o próprio sangue em rituais de sangria para alimentar os deuses, e o jogo de bola ritual reencenava o duelo contra os senhores do submundo. Cenotes como o de Chichén Itzá recebiam oferendas preciosas, guiadas pelo calendário sagrado de 260 dias.

Os Pergaminhos Sagrados

Deusa associada à morte por enforcamento, Ixtab é uma figura complexa do panteão maia. Em vez de condenar, ela recolhia certas almas e as conduzia a um paraíso de descanso à sombra de uma árvore sagrada. Representa uma visão particular da morte como passagem, não como punição. Como A Deusa da Corda e dos Enforcados, esta divindade ocupa uma posição de prestígio supremo no panteão dos maias. Seus domínios sobre Morte, Suicídio e Paraíso refletem a ordem cósmica ancestral mantida através dos milênios. Na iconografia clássica, é retratada com uma aura de majestade inabalável e atributos sagrados que inspiravam reverência tanto a imperadores quanto a camponeses. Sua influência estendia-se além das fronteiras terrenas, governando os destinos e a harmonia entre o visível e o invisível. Para os antigos devotos, contemplar sua essência era compreender as próprias forças fundamentais da natureza e da existência humana.

Símbolos Sagrados

A corda do céu, a árvore sagrada e o descanso eterno

Linhagem Divina

Divindade da morte ligada ao destino especial de certas almas no além maia.

O Mito Lendário

Segundo a tradição maia registrada por cronistas, certas categorias de mortos — entre eles os que partiam por enforcamento, guerreiros e mulheres falecidas no parto — não iam para o sombrio Xibalba.

Lendas & Feitos

Uma célebre lenda secundária preservada nas tradições orais dos maias narra a jornada em que Ixtab interveio diretamente na vida dos mortais.

Culto & Adoração

Historicamente, o culto a Ixtab ocupava um lugar central no calendário religioso e arquitetônico da antiguidade.

Relíquias do Poder

A corda do céu pela qual ela conduz certas almas a um paraíso de repouso e abundância.

Você Sabia?

A existência de um paraíso para os enforcados explica por que, entre os antigos maias, esse tipo de morte podia ser visto como honroso, e não vergonhoso.

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