Maias
15 divindades do panteão
Origem, Cosmovisão e Mitologia dos Maias
Tradição sagrada associada aos Maias
Origem e Cosmovisão Mitológica
Os deuses maias eram cultuados nas cidades-estado da Mesoamérica, como Tikal, Palenque e Chichén Itzá. Sacerdotes-astrônomos liam os céus e o calendário para honrá-los no tempo certo, em templos-pirâmide cobertos pela selva. Muitos de seus mitos sobrevivem no Popol Vuh, o livro sagrado dos maias quichés.
Os mitos deste panteão fundamentavam a estrutura moral e política de suas cidades e aldeias, estabelecendo liturgias de consagração, ritos de passagem e explicações para os ciclos sazonais da terra e das estrelas.
Principais Divindades e Figuras Centrais
Entre as 15 divindades catalogadas no Codex para este panteão, destacam-se figuras de liderança cósmica, protetores dos lares e soberanos dos elementos:
- Itzamná — Céu, Sabedoria e Criação
- Kukulkan — Vento, Chuva e Sabedoria
- Chaac — Chuva, Trovão e Agricultura
- Hurakan — Tempestade, Vento e Criação
- Ix Chel — Lua, Parto, Cura e Tecelagem
Templos, Práticas Rituais e Culto
Reis e rainhas maias ofereciam o próprio sangue em rituais de sangria para alimentar os deuses, e o jogo de bola ritual reencenava o duelo contra os senhores do submundo. Cenotes como o de Chichén Itzá recebiam oferendas preciosas, guiadas pelo calendário sagrado de 260 dias.
Os sacerdotes e guardiões tradicionais mantinham a preservação dos hinos sagrados e das genealogias divinas, assegurando que o favor dos deuses sustentasse a fertilidade das colheitas e a proteção contra pragas e guerras.
15 divindades














