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Retrato de Shu, divindade egípcia
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Egípcios

Shu

O Deus do Ar e da Luz

Domínio
Ar, Vento e Luz
Alinhamento
Leal e Bom
Elemento
Ar
Relíquias do Poder
Pluma da Sustentação
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O Códice completo

5 seções desta ficha estão abertas para todo mundo: o resumo, o povo, os símbolos, a linhagem e as fontes. As outras 9 (Nome e epítetos, Nas fontes antigas, Os mitos, Culto e arqueologia, Como era representado, O que os estudiosos discutem, Depois da Antiguidade, Você sabia?, Relíquia do Códice) fazem parte do Códice completo: o PRO abre o estudo inteiro das 500 divindades, e sem assinatura você lê uma ficha completa por dia, igual no app.

O Povo

Povo
Egípcios antigos
Região
Vale do Nilo, Egito
Período
c. 3100 a.C. – 400 d.C.

Os deuses egípcios foram cultuados por mais de três milênios às margens do Nilo, com templos monumentais em Karnak, Luxor e Heliópolis. Os faraós eram tidos como divinos, e a vida girava em torno da ordem cósmica (Maat) e da preparação para a vida após a morte. O culto perdurou até a ascensão do cristianismo no Egito romano.

No festival de Opet, a barca sagrada de Amon navegava de Karnak a Luxor entre multidões em festa. Nos templos, sacerdotes despertavam, vestiam e alimentavam a estátua do deus todos os dias, e a Bela Festa do Vale levava as divindades a visitar a margem dos mortos.

Em poucas palavras

Shu é o deus egípcio do ar e do espaço entre o céu e a terra, filho de Atum e irmão gêmeo de Tefnut. Os Textos das Pirâmides, gravados em câmaras reais do Reino Antigo, o mostram em três funções: primeiro filho gerado pelo criador, auxiliar do rei que sobe ao céu e figura ligada ao alimento do morto. Imagens posteriores o desenham de braços erguidos sob o corpo arqueado de Nut. Este estudo parte das fórmulas traduzidas por Faulkner e Mercer e separa o que o texto afirma do que a tradição moderna resume.

9 min de leitura · Revisado em 14 de outubro de 2026 · Como pesquisamos

Símbolos sagrados

A pluma de avestruz, o ar, a luz e os braços erguidos

Família

Pais
Irmãos
Shu
Uniões
Filhos
Genealogia segundo Textos das Pirâmides, fórmulas 527, 600, 601, 660 e 684

Fontes e leituras

Fontes primárias

  • Textos das Pirâmides; tradução de Raymond O. Faulkner (1969), The Ancient Egyptian Pyramid Texts, fórmulas 219 a 715 citadas. ler
  • Textos das Pirâmides; tradução de Samuel A. B. Mercer, Fórmulas 526 e 527. ler
  • Textos das Pirâmides; tradução de Samuel A. B. Mercer, Fórmula 600. ler
  • Textos das Pirâmides; tradução de Samuel A. B. Mercer, Fórmula 601. ler
  • E. A. W. Budge (trad.), O Livro dos Mortos, introdução (Projeto Gutenberg). ler
  • Papiro Greenfield, Vinheta de Geb, Nut e Shu. ler

Estudos

  • University College London, Gods and goddesses in ancient Egypt: creation. abrir
  • University College London, Ancestor cult. abrir
  • Metropolitan Museum of Art, Shu Amulet. abrir
  • Metropolitan Museum of Art, Sarcophagus of Wereshnefer. abrir

Nome e epítetos

O nome Shu é lido pelos egiptólogos como ligado à ideia de secura e vazio; a University College London o relaciona à palavra egípcia para 'ser seco'. Faulkner, em notas às fórmulas 511 e 581, chama Shu de 'deus do ar'.

Nas fontes antigas

Textos das Pirâmides, Reino Antigo (pirâmides reais da V e VI dinastias). Atum, ao surgir em On, gera os gêmeos Shu e Tefnut e eles colocam o rei entre si. Textos das Pirâmides, Reino Antigo.

Os mitos

A geração de Shu e Tefnut. A fórmula 527 abre com Atum, 'aquele que veio a ser', em On. Ele toma o próprio membro na mão para produzir o orgasmo e dele nascem os gêmeos Shu e Tefnut.

Culto e arqueologia

Os Textos das Pirâmides situam Shu no círculo teológico de Heliópolis (On). A fórmula 600 enumera a Grande Enéade de On: Atum, Shu, Tefnut, Geb, Nut, Osíris, Ísis, Seth e Néftis, e a 601 repete uma litania de nomes divi…

Como era representado

No Papiro Greenfield, Shu aparece entre Geb e Nut com os braços erguidos, auxiliado por duas figuras de cabeça de carneiro, segundo a descrição do British Museum.

O que os estudiosos discutem

Texto ritual e imagem cosmológica. As fórmulas do Reino Antigo pedem a intervenção de Shu em favor do rei e já mencionam seus braços sob o céu.

Depois da Antiguidade

Os Textos das Pirâmides, fórmulas 526, 323, 253 e 565, apresentam Shu como apoio à ascensão do rei; as fórmulas 339 e 325 associam sua ação a alimento, água e vento.

Você sabia?

Na fórmula 255, o rei ameaça afastar 'os braços de Shu que sustentam o céu', imagem de um deus que sustenta o céu com os braços.

Relíquia do Códice

Pluma da Sustentação. A pluma que ele ergue para separar o céu da terra e sustentar a abóbada celeste para sempre.

O resto deste pergaminho está selado

As lendas, o mito, o culto e as relíquias fazem parte do Códice completo. Você pode abrir 1 ficha completa de graça por dia; para abrir todas as 500 divindades sem limite e sem anúncios, assine o Codex PRO.

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