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Retrato de Apophis, divindade egípcia
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4 seções desta ficha estão abertas para todo mundo: o resumo, o povo, os símbolos, a linhagem e as fontes. As outras 9 (Nome e epítetos, Nas fontes antigas, Os mitos, Culto e arqueologia, Como era representado, O que os estudiosos discutem, Depois da Antiguidade, Você sabia?, Relíquia do Códice) fazem parte do Códice completo: o PRO abre o estudo inteiro das 500 divindades, e sem assinatura você lê uma ficha completa por dia, igual no app.

O Povo

Povo
Egípcios antigos
Região
Vale do Nilo, Egito
Período
c. 3100 a.C. – 400 d.C.

Os deuses egípcios foram cultuados por mais de três milênios às margens do Nilo, com templos monumentais em Karnak, Luxor e Heliópolis. Os faraós eram tidos como divinos, e a vida girava em torno da ordem cósmica (Maat) e da preparação para a vida após a morte. O culto perdurou até a ascensão do cristianismo no Egito romano.

No festival de Opet, a barca sagrada de Amon navegava de Karnak a Luxor entre multidões em festa. Nos templos, sacerdotes despertavam, vestiam e alimentavam a estátua do deus todos os dias, e a Bela Festa do Vale levava as divindades a visitar a margem dos mortos.

Em poucas palavras

Āapep (Apep, Apophis em grego) é a grande serpente do caos nos textos funerários egípcios: o inimigo que ataca o barco do deus-sol Rá todos os dias e é vencido todos os dias. Nas traduções de Budge, ele aparece de três modos. No Livro dos Mortos é a ameaça que espera sob o ponto do nascer do sol e os feitiços do falecido o repelem. Nas divisões da Duat (o Am-Tuat) é uma serpente acorrentada e retalhada por deuses armados de facas. Num papiro tardio é o alvo de um ritual de destruição, com figura de cera, saliva e fogo. O estudo se apoia em traduções de Budge, de 1895 a 1905, abertas e lidas; as edições críticas modernas dos feitiços (Faulkner, Allen) não foram abertas.

9 min de leitura · Revisado em 14 de outubro de 2026 · Como pesquisamos

Símbolos sagrados

A serpente colossal, a escuridão, a tempestade e o eclipse

Fontes e leituras

Fontes primárias

  • E. A. Wallis Budge, The Gods of the Egyptians, vol. I. tradução: Edição de 1904 (archive.org, texto OCR); trechos lidos: pp. 11, 62, 183-184, 196-202, 228-232, 269-272, 276-278, 324-328. ler
  • E. A. Wallis Budge, The Egyptian Heaven and Hell, vol. I: The Book of Am-Tuat. tradução: Edição de 1905 (archive.org, texto OCR); trechos lidos: sexta, sétima e décima segunda divisões. ler
  • E. A. Wallis Budge, The Book of the Dead. tradução: Tradução inglesa de 1895 (Projeto Gutenberg, n. 7145); trechos lidos: introdução, caps. VII, XV, XXXI-XLII. ler

Nome e epítetos

Budge escreve Āapep, grafia que mantém nos três livros consultados; no Am-Tuat e em Os Deuses dos Egípcios a mesma serpente aparece como Apep e Apepi. Apophis é a forma grega, que não consta dos trechos lidos.

Nas fontes antigas

Livro dos Mortos, capítulo XXXIX (Papiro de Ani), na versão de Budge, sem data no trecho lido (Papiro de Ani). Feitiço do falecido contra Apep, com a lince, a deusa-escorpião, Maat, Aker e os deuses dos quatro pontos ca…

Os mitos

A serpente sob o ponto do amanhecer. Na introdução de O Livro dos Mortos, Budge conta que o sol nascente era ameaçado a cada manhã por um monstro temível, Āapep, escondido sob o lugar do nascer do sol à espera de engoli…

Culto e arqueologia

O que as traduções de Budge descrevem não é um culto de adoração a Apep, e sim um serviço contra ele. O papiro de Nesi-Amsu o registra como rito usado no Alto Egito, e os Livros de derrotar Apep, segundo Budge, eram rec…

Como era representado

Segundo Budge, nos papiros Apep "é sempre representado" como serpente, com uma faca cravada em cada ondulação do corpo.

O que os estudiosos discutem

Origem do monstro: serpente real ou névoa original. Budge dá duas origens que não combinam entre si. Num ponto, Apep teria sido uma serpente gigantesca de uma montanha na margem oeste do Nilo, e ele cita vértebras de um…

Depois da Antiguidade

Budge vê no verme que não morre de Isaías 66:24 e em relatos coptas de mártires, com serpentes de sete cabeças que devoram a alma, uma alusão direta à grande serpente do mundo inferior egípcio, e liga Raab (Isaías 51:9)…

Você sabia?

O ritual do papiro de Nesi-Amsu manda registrar nomes de todos os demônios, machos e fêmeas, que o oficiante teme, com os de seus pais e filhos, e queimá-los junto com a figura de Apep.

Relíquia do Códice

Anéis Devoradores. As espirais colossais com que tenta engolir a barca do sol e mergulhar o mundo nas trevas.

O resto deste pergaminho está selado

As lendas, o mito, o culto e as relíquias fazem parte do Códice completo. Você pode abrir 1 ficha completa de graça por dia; para abrir todas as 500 divindades sem limite e sem anúncios, assine o Codex PRO.

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