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Retrato de Garuda, divindade hindu
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Garuda

O Rei das Aves

Domínio
Céu, Força e Lealdade
Alinhamento
Leal e Bom
Elemento
Ar
Relíquias do Poder
Asas do Sol
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O Códice completo

5 seções desta ficha estão abertas para todo mundo: o resumo, o povo, os símbolos, a linhagem e as fontes. As outras 9 (Nome e epítetos, Nas fontes antigas, Os mitos, Culto e arqueologia, Como era representado, O que os estudiosos discutem, Depois da Antiguidade, Você sabia?, Relíquia do Códice) fazem parte do Códice completo: o PRO abre o estudo inteiro das 500 divindades, e sem assinatura você lê uma ficha completa por dia, igual no app.

O Povo

Povo
Povos hindus
Região
Subcontinente indiano
Período
c. 1500 a.C. – presente

As divindades hindus são cultuadas há mais de três mil anos no subcontinente indiano, desde os hinos védicos até o hinduísmo vivo de hoje. Bilhões de fiéis lhes dedicam templos, festivais como Diwali e Holi, e rituais diários no lar. É uma das maiores tradições religiosas ainda praticadas no mundo.

O Diwali ilumina a Índia com lamparinas em honra de Lakshmi, e o Holi celebra a primavera com nuvens de pó colorido. No Kumbh Mela, a maior peregrinação da Terra, dezenas de milhões se banham nos rios sagrados, e a puja diária leva flores, incenso e alimentos aos altares.

Em poucas palavras

Garuda é o rei mítico das aves e a montaria sagrada (vahana) de Vishnu nas tradições hinduísta e budista. Nascido da união entre o rishi Kashyapa e Vinata, destaca-se na narrativa épica do Mahabharata pela conquista do néctar da imortalidade (amrita) junto aos deuses celestes para resgatar sua mãe do cativeiro imposto por Kadru e pelas serpentes nagas. Aclamado como Suparna nos hinos védicos primitivos, personifica a força solar veloz e o antagonismo perpétuo contra os venenos serpentinos.

5 min de leitura · Revisado em Invalid Date · Como pesquisamos

Símbolos sagrados

As asas douradas, o bico de águia, a serpente e o pote de amrita

Família

Pais
Kashyapa (progenitor cósmico e sábio rishi)Vinata (mãe primordial das aves celestes)
Irmãos
Aruna (aurora personificada e condutor da carruagem de Surya)
Garuda
Uniões
Unnati (consorte celestial associada à ascensão da glória)
Filhos
Sampati (filho heróico e lendário abutre divino)Jatayu (fiel defensor alado no épico Ramayana)
Genealogia segundo Mahabharata, Adi Parva 1.14-34; Rigveda 1.164; Suparnadhyaya

Fontes e leituras

Fontes primárias

  • Krishna Dvaipayana Vyasa (व्यास), Mahabharata: Adi Parva (महाभारत). tradução: Kisari Mohan Ganguli, 1896. ler
  • Anónimo (sabios védicos), Rigveda (ऋग्वेद / The Hymns of the Rigveda). tradução: Ralph T. H. Griffith, 1896. ler
  • Anónimo (tradición védica tardía), Suparnadhyaya (सुपर्णाध्याय / Die Suparnasage). tradução: Jarl Charpentier, Uppsala, 1920. ler
  • Krishna Dvaipayana Vyasa (व्यास), Vishnu Purana (विष्णुपुराण). tradução: Horace Hayman Wilson, Londres: John Murray, 1840. ler

Estudos

  • Heinrich Zimmer, Myths and Symbols in Indian Art and Civilization. Princeton University Press, 1946. abrir
  • Arthur Anthony Macdonell, Vedic Mythology. Karl J. Trübner, Strassburg, 1897. abrir
  • Jan Gonda, Aspects of Early Viṣṇuism. A. Oosthoek, Utrecht, 1954. abrir
  • Wendy Doniger O'Flaherty, Hindu Myths: A Sourcebook. Penguin Books, Harmondsworth, 1975. abrir

Nome e epítetos

O teônimo sânscrito Garuḍa (गरुड) é associado por filólogos às raízes védicas que denotam o devorar de venenos ou a expressão de asas pesadas e velozes.

Nas fontes antigas

Mahabharata, Século IV a.C. a IV d.C.. Principal narrativa sobre a disputa entre Kadru e Vinata, a aposta sobre o cavalo Uchchaihshravas, a captura do amrita e o pacto de Garuda com Vishnu. Rigveda, c. 1500–1200 a.C..

Os mitos

A Servidão de Vinata e a Busca pelo Amrita. Conforme narrado no Adi Parva do Mahabharata, Vinata foi escravizada por sua irmã Kadru após perder uma aposta sobre a coloração da cauda do corcel divino Uchchaihshravas, man…

Culto e arqueologia

O culto e a presença ritual de Garuda integram a liturgia cotidiana dos templos do vaishnavismo na Índia, no Sri Lanka e no Sudeste Asiático.

Como era representado

A iconografia clássica representa Garuda como uma criatura composta (zoomórfica e antropomórfica), dotada de torso, braços e pernas de anatomia humana musculosa, acompanhada de asas abertas, bico curvo de ave de rapina…

O que os estudiosos discutem

Da Metáfora Solar Védica à Personificação Épica. Estudiosos da literatura sânscrita, como Arthur Anthony Macdonell e Jan Gonda, examinam a transição entre o simbolismo da ave solar alada (Garutman/Suparna) nos hinos do…

Depois da Antiguidade

Além de sua relevância contínua na teologia do hinduísmo e do budismo vajrayana, Garuda mantém ampla presença na cultura visual, arquitetura e identidade cívica moderna da Ásia Meridional e do Sudeste Asiático.

Você sabia?

Garuda foi adotado formalmente como símbolo e emblema heráldico nacional por dois Estados soberanos asiáticos: a Tailândia (como Krut Pha) e a Indonésia (como Garuda Pancasila).

Relíquia do Códice

Asas do Sol. As asas douradas tão vastas que escurecem o céu, com que carrega Vishnu pelos mundos.

O resto deste pergaminho está selado

As lendas, o mito, o culto e as relíquias fazem parte do Códice completo. Você pode abrir 1 ficha completa de graça por dia; para abrir todas as 500 divindades sem limite e sem anúncios, assine o Codex PRO.

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