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Retrato de Min, divindade egípcia
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Min

O Deus da Fertilidade

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O Códice completo

4 seções desta ficha estão abertas para todo mundo: o resumo, o povo, os símbolos, a linhagem e as fontes. As outras 9 (Nome e epítetos, Nas fontes antigas, Os mitos, Culto e arqueologia, Como era representado, O que os estudiosos discutem, Depois da Antiguidade, Você sabia?, Relíquia do Códice) fazem parte do Códice completo: o PRO abre o estudo inteiro das 500 divindades, e sem assinatura você lê uma ficha completa por dia, igual no app.

O Povo

Povo
Egípcios antigos
Região
Vale do Nilo, Egito
Período
c. 3100 a.C. – 400 d.C.

Os deuses egípcios foram cultuados por mais de três milênios às margens do Nilo, com templos monumentais em Karnak, Luxor e Heliópolis. Os faraós eram tidos como divinos, e a vida girava em torno da ordem cósmica (Maat) e da preparação para a vida após a morte. O culto perdurou até a ascensão do cristianismo no Egito romano.

No festival de Opet, a barca sagrada de Amon navegava de Karnak a Luxor entre multidões em festa. Nos templos, sacerdotes despertavam, vestiam e alimentavam a estátua do deus todos os dias, e a Bela Festa do Vale levava as divindades a visitar a margem dos mortos.

Em poucas palavras

Min, também grafado Amsu ou Khem por Budge, é um deus egípcio ligado à geração e ao deserto de Coptos, onde recebia o título de «senhor do deserto» e de «senhor das terras altas». As fontes abertas lidas mostram três coisas: cultos documentados em Coptos e em Panopolis (Akhmim), a presença de Min em listas de deuses dos Textos das Pirâmides e do Livro dos Mortos, e a ligação do deus às expedições de pedra no Wadi Hammamat. Narrativas míticas sobre ele não aparecem nesses textos, e por isso este estudo é curto.

As fontes antigas sobre esta divindade são escassas. Este estudo reúne só o que está registrado.

9 min de leitura · Revisado em 14 de outubro de 2026 · Como pesquisamos

Símbolos sagrados

O chicote, a alface, o touro branco e a colheita

Fontes e leituras

Fontes primárias

  • Heródoto, Histórias 2.91 (trad. A. D. Godley, Loeb). tradução: A. D. Godley, Loeb Classical Library. ler
  • Plutarco, citado em E. A. W. Budge, The Gods of the Egyptians, vol. II (capítulo sobre Ísis e Osíris). ler
  • Textos egípcios traduzidos por J. H. Breasted, Ancient Records of Egypt, vol. I. ler
  • Textos egípcios traduzidos por J. H. Breasted, Ancient Records of Egypt, vol. IV (Papiro Harris I; Medinet Habu). ler

Estudos

  • E. A. Wallis Budge, The Gods of the Egyptians, vol. I. 1904. abrir
  • E. A. Wallis Budge, The Gods of the Egyptians, vol. II. 1904. abrir

Nome e epítetos

Budge usa três grafias para o mesmo deus: Amsu, Min e Khem, e aponta a nona província do Alto Egito, com capital em Panopolis, como centro de Amsu (ou Min, ou Khem).

Nas fontes antigas

Textos das Pirâmides, na lista de Budge, Reino Antigo, Dinastia V. Budge inclui «Amsu ou Min» entre os deuses nomeados nos Textos das Pirâmides; o texto egípcio em si não foi aberto aqui. Livro dos Mortos, cap.

Os mitos

Min nos textos funerários. Budge reúne, numa lista de deuses dos Textos das Pirâmides, «Amsu ou Min (Unas 377)», o que indica um deus conhecido já nas inscrições reais do final do Reino Antigo.

Culto e arqueologia

O culto de Min aparece em duas cidades principais. Em Coptos, o Decreto de Coptos mostra um templo com sacerdote de Min, escriba do templo, clero leigo, rendas em pão e carne e proteção do rei.

Como era representado

As fontes lidas dão imagens em texto, não o corpo inteiro do deus. Breasted descreve em Hammamat o rei diante do «Min itifálico».

O que os estudiosos discutem

Min, Amsu e Khem são o mesmo deus?. Budge trata os três nomes como equivalentes, mas escreve, a propósito das províncias, «Amsu (ou Min ou Khem ?)» com ponto de interrogação, e reconhece a dúvida.

Depois da Antiguidade

Os dados lidos permitem apenas um percurso documental: de uma menção nos Textos das Pirâmides e de um «Nascimento de Min» em anais antigos (Pedra de Palermo, entradas dos §§ 99 e 142 de Breasted) até um papiro de Panopo…

Você sabia?

Na Pedra de Palermo, as entradas de ano com «Nascimento de Min» trazem a medição do Nilo em côvados, palmos e dedos: 5 côvados num ano e 2 côvados, 3 palmos e dedos fracionários em outro.

Relíquia do Códice

Chicote Real. O mangual erguido na mão, símbolo do poder fecundo e da autoridade sobre as colheitas.

O resto deste pergaminho está selado

As lendas, o mito, o culto e as relíquias fazem parte do Códice completo. Você pode abrir 1 ficha completa de graça por dia; para abrir todas as 500 divindades sem limite e sem anúncios, assine o Codex PRO.

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