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Retrato de Mut, divindade egípcia
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Egípcios

Mut

A Mãe Divina

Domínio
Maternidade, Realeza e Céu
Alinhamento
Leal e Bom
Elemento
Luz
Relíquias do Poder
Coroa Dupla do Egito
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O Códice completo

5 seções desta ficha estão abertas para todo mundo: o resumo, o povo, os símbolos, a linhagem e as fontes. As outras 9 (Nome e epítetos, Nas fontes antigas, Os mitos, Culto e arqueologia, Como era representado, O que os estudiosos discutem, Depois da Antiguidade, Você sabia?, Relíquia do Códice) fazem parte do Códice completo: o PRO abre o estudo inteiro das 500 divindades, e sem assinatura você lê uma ficha completa por dia, igual no app.

O Povo

Povo
Egípcios antigos
Região
Vale do Nilo, Egito
Período
c. 3100 a.C. – 400 d.C.

Os deuses egípcios foram cultuados por mais de três milênios às margens do Nilo, com templos monumentais em Karnak, Luxor e Heliópolis. Os faraós eram tidos como divinos, e a vida girava em torno da ordem cósmica (Maat) e da preparação para a vida após a morte. O culto perdurou até a ascensão do cristianismo no Egito romano.

No festival de Opet, a barca sagrada de Amon navegava de Karnak a Luxor entre multidões em festa. Nos templos, sacerdotes despertavam, vestiam e alimentavam a estátua do deus todos os dias, e a Bela Festa do Vale levava as divindades a visitar a margem dos mortos.

Em poucas palavras

Mut (egípcio Mwt, "mãe") é a deusa da tríade de Tebas, companheira de Amon-Rá e mãe de Khonsu. Budge, em 1904, a descreve como a grande "mãe do mundo", cujo templo ficava na área sagrada de Asher, ao sul de Karnak. Os textos reunidos por Breasted mostram Mut ao lado de Amon e Khonsu em cenas de oferenda, em decretos de doação e em maldições de túmulos, do Novo Império ao Terceiro Período Intermediário. Um nome "Mut" já aparece nos Textos das Pirâmides (Unas, linha 181), mas Budge reconhece que a leitura é discutida. As fontes aqui usadas são edições do início do século XX; o que se afirma sobre a época de cada texto segue a datação dessas edições.

9 min de leitura · Revisado em 14 de outubro de 2026 · Como pesquisamos

Símbolos sagrados

O abutre, a coroa dupla, o leão e o céu

Família

Mut
Uniões
Filhos
Genealogia segundo Budge, Gods of the Egyptians II, pp. 28 e 33 (Mut como contraparte de Amon-Rá; Khonsu, filho de Amon-Rá e Mut); Breasted, Ancient Records III e IV (tríade Amon, Mut e Khonsu). Pais e irmãos não foram verificados.

Fontes e leituras

Fontes primárias

  • Breasted, James Henry (ed. e trad.), Ancient Records of Egypt, vol. I. ler
  • Breasted, James Henry (ed. e trad.), Ancient Records of Egypt, vol. III. ler
  • Breasted, James Henry (ed. e trad.), Ancient Records of Egypt, vol. IV. ler
  • Budge, E. A. Wallis (trad.), The Gods of the Egyptians, vol. I (Textos das Pirâmides e Livro dos Mortos, trechos citados). ler
  • Budge, E. A. Wallis (trad.), The Gods of the Egyptians, vol. II. ler

Estudos

  • Budge, E. A. Wallis, The Gods of the Egyptians, or Studies in Egyptian Mythology, vol. II (1904). abrir
  • Global Egyptian Museum, Registro M11809 (estátuas de Sekhmet, templo de Mut, Karnak). abrir

Nome e epítetos

Mut, a Mãe Divina de Tebas Mut wrt nbt Išrw: Mut, a grande, senhora de Asher (Ishru); Budge traduz "grande senhora de Ashert". nbt pt, hnwt ntrw: senhora do céu, rainha dos deuses.

Nas fontes antigas

Textos das Pirâmides, Reino Antigo; leitura do nome discutida. Segundo Budge, a passagem diz que Unas "se uniu à deusa Mut" e "atraiu para si a chama de Ísis".

Os mitos

Mut nos Textos das Pirâmides. Budge procura a origem da deusa nos Textos das Pirâmides. Em Unas, linha 181, o texto pede ao deus Rá que seja bom para o rei "neste dia como ontem" e prossegue: o rei se uniu à deusa Mut,…

Culto e arqueologia

O centro do culto, segundo Budge, era o bairro tebano de Asher, onde o templo de Mut ficava ao sul de Karnak, com um lago sagrado em forma de arco e procissões de barcas.

Como era representado

Budge descreve a forma mais comum: mulher com a coroa dupla do Alto e do Baixo Egito, segurando o cetro de papiro e o símbolo da vida.

O que os estudiosos discutem

Mut é uma deusa antiga ou uma formação do Novo Império. Budge defende que Mut é a forma mais antiga de uma deusa do Nilo, par de Nu, e que o nome já consta em Unas 181.

Depois da Antiguidade

A imagem de Mut no Ocidente vem do tratamento de Budge (1904), que a apresentou como "mãe do mundo" ligada a Nut, Sekhmet e Bast.

Você sabia?

Segundo Breasted, a rainha Nefertari, esposa de Ramsés II, é chamada "amada de Mut" nas inscrições do templo menor de Abu Simbel, e Hrihor usa epíteto semelhante na XXI dinastia.

Relíquia do Códice

Coroa Dupla do Egito. A coroa do Alto e do Baixo Egito que ela usa como rainha dos deuses e senhora dos dois reinos.

O resto deste pergaminho está selado

As lendas, o mito, o culto e as relíquias fazem parte do Códice completo. Você pode abrir 1 ficha completa de graça por dia; para abrir todas as 500 divindades sem limite e sem anúncios, assine o Codex PRO.

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