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CodexMythologia
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Retrato de Gefjon, divindade nórdica
Nórdicos
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Nórdicos

Gefjon

A Deusa do Arado

Domínio
Fertilidade, Agricultura e Prosperidade
Alinhamento
Neutro e Bom
Elemento
Terra
Relíquias do Poder
Arado dos Quatro Bois
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O Códice completo

5 seções desta ficha estão abertas para todo mundo: o resumo, o povo, os símbolos, a linhagem e as fontes. As outras 7 (Nome e epítetos, Os mitos, Culto e arqueologia, Como era representado, O que os estudiosos discutem, Você sabia?, Relíquia do Códice) fazem parte do Códice completo: o PRO abre o estudo inteiro das 500 divindades, e sem assinatura você lê uma ficha completa por dia, igual no app.

O Povo

Povo
Povos nórdicos e germânicos
Região
Escandinávia e norte da Europa
Período
Era Viking, séc. VIII–XI

Os deuses de Asgard eram cultuados pelos povos nórdicos da Escandinávia e pelos germânicos, sobretudo durante a Era Viking. Guerreiros buscavam morrer em batalha para alcançar o Valhalla de Odin, e os mitos foram preservados nas Eddas da Islândia. O culto declinou com a cristianização da região por volta do ano 1000.

Os nórdicos celebravam blóts, sacrifícios sazonais com banquetes de carne e hidromel, como o Yule do solstício de inverno. O grande templo de Uppsala, na Suécia, reunia a cada nove anos um dos maiores festivais sacrificiais do mundo viking.

Em poucas palavras

Gefjon (também grafada como Gefiun) ocupa uma posição fascinante e multifacetada no panteão nórdico. Integrante das Ásynjur, as deusas que cercam Frigg e Odin, seu próprio nome está etimologicamente ligado a 'dar' ou 'doar' (do proto-germânico *Gabiô), ecoando seu papel como patrona da fartura agrícola, da fertilidade das terras aradas e da doação territorial. Ao mesmo tempo em que a Edda em Prosa de Snorri Sturluson a define como uma donzela virgem sob cujos cuidados repousam todas as mulheres que morrem solteiras ou virgens, as tradições poéticas e lendárias revelam facetas de maternidade monstruosa, soberania dinástica e negociações sexuais sagradas. Gefjon é sobretudo a deusa do arado civilizador, aquela que demarca com lâminas de ferro os contornos geográficos das nações escandinavas.

8 min de leitura · Revisado em · Como pesquisamos

Símbolos sagrados

O arado, os quatro bois, a terra fértil e o sulco

Família

Gefjon
Uniões
Skjöldr / jötunn anônimo
Filhos
Quatro bois gigantes (jötnar transformados)
Genealogia segundo

Fontes e leituras

Fontes primárias

  • Snorri Sturluson, The Prose Edda (Gylfaginning, Skáldskaparmál). ler
  • Anónimo, The Poetic Edda (Lokasenna). ler
  • Snorri Sturluson, Heimskringla: The Olaf Sagas & Ynglinga Saga. ler

Estudos

  • Davidson, Hilda Ellis, Gods and Myths of Northern Europe. Penguin Books, 1964. abrir
  • Turville-Petre, E. O. G., Myth and Religion of the North: The Religion of Ancient Scandinavia. Weidenfeld and Nicolson, 1964. abrir
  • Lindow, John, Norse Mythology: A Guide to the Gods, Heroes, Rituals, and Beliefs. Oxford University Press, 2001. abrir

Nome e epítetos

Domínios: Agricultura e cultivo da terra; Demarcação territorial e soberania; Proteção das virgens e donzelas; Fertilidade arável; Fundação de dinastias régias.

Os mitos

A Aragem da Zelândia e o Desafio ao Rei Gylfi. Disfarçada como uma viandante mendicante, Gefjon visitou o rei lendário da Suécia, Gylfi, oferecendo-lhe sabedoria e entretenimento.

Culto e arqueologia

Festivais e ritos: Ritos do primeiro sulco de primavera (plough-rites); Festivais de semeadura na Zelândia e Dinamarca arcaica; Celebrações de colheita no outono escandinavo.

Como era representado

Símbolos: Arado pesado de ferro; Sulco profundo na terra; Jugo de bois; Colar dourado cintilante; Faixa de terra insular. Animais: Boi arador; Touro gigante; Cavalo de carga.

O que os estudiosos discutem

O Paradoxo entre Virgindade e Maternidade Fecunda. A aparente contradição entre a definição de Snorri (Gefjon como protetora virgem das donzelas celibatárias) e as narrativas em que gera quatro gigantes e é acusada de c…

Você sabia?

A imponente Fonte de Gefjon (Gefionspringvandet), esculpida por Anders Bundgaard em 1908 perto do porto de Copenhague, representa a deusa fustigando os quatro bois colossais e é o maior monumento escultórico da capital…

Relíquia do Códice

Arado dos Quatro Bois. O arado puxado por seus quatro filhos transformados em bois, com que arou e arrancou uma ilha do solo.

O resto deste pergaminho está selado

As lendas, o mito, o culto e as relíquias fazem parte do Códice completo. Você pode abrir 1 ficha completa de graça por dia; para abrir todas as 500 divindades sem limite e sem anúncios, assine o Codex PRO.

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