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Retrato de Nanna, divindade nórdica
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Nórdicos

Nanna

A Esposa Fiel

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Amor, Devoção e Luto
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Neutro e Bom
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Relíquias do Poder
Manto do Luto
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O Códice completo

5 seções desta ficha estão abertas para todo mundo: o resumo, o povo, os símbolos, a linhagem e as fontes. As outras 9 (Nome e epítetos, Nas fontes antigas, Os mitos, Culto e arqueologia, Como era representado, O que os estudiosos discutem, Depois da Antiguidade, Você sabia?, Relíquia do Códice) fazem parte do Códice completo: o PRO abre o estudo inteiro das 500 divindades, e sem assinatura você lê uma ficha completa por dia, igual no app.

O Povo

Povo
Povos nórdicos e germânicos
Região
Escandinávia e norte da Europa
Período
Era Viking, séc. VIII–XI

Os deuses de Asgard eram cultuados pelos povos nórdicos da Escandinávia e pelos germânicos, sobretudo durante a Era Viking. Guerreiros buscavam morrer em batalha para alcançar o Valhalla de Odin, e os mitos foram preservados nas Eddas da Islândia. O culto declinou com a cristianização da região por volta do ano 1000.

Os nórdicos celebravam blóts, sacrifícios sazonais com banquetes de carne e hidromel, como o Yule do solstício de inverno. O grande templo de Uppsala, na Suécia, reunia a cada nove anos um dos maiores festivais sacrificiais do mundo viking.

Em poucas palavras

Nanna aparece em três tradições diferentes nas fontes abertas lidas. Na Edda em Prosa de Snorri Sturluson, ela é a esposa de Baldur e mãe de Forseti, e morre de dor na cena da pira do marido. Na Hyndluljóð, uma Nanna filha de Nokkvi surge apenas como nome numa lista genealógica. Na História Dinamarquesa de Saxo Grammaticus, Nanna é filha do rei Gevar, disputada por Baldur e Hother, e acaba casada com Hother. Os textos não concordam entre si, e este estudo mostra onde cada versão diz o que diz, sem fundi-las numa história única.

8 min de leitura · Revisado em 14 de outubro de 2026 · Como pesquisamos

Símbolos sagrados

O coração fiel, a pira funerária, o manto e a flor

Família

Pais
Nep (Nef no §33 em Blackwell), segundo Snorri; Nokkvi na Hyndluljóð e Gevar em Saxo, em tradições distintas
Nanna
Uniões
BaldurHother (Saxo)
Filhos
Genealogia segundo Edda em Prosa, Gylfaginning §33 e §59 (Blackwell) e caps. 32 e 51 (Anderson); Hyndluljóð 20 (Bellows); Saxo, livro 3 (Elton).

Fontes e leituras

Fontes primárias

  • Snorri Sturluson, The Younger Eddas of Snorre Sturleson (Gylfaginning), em The Elder Eddas ... and the Younger Eddas, Norroena Society, 1906. tradução: I. A. Blackwell. ler
  • Snorri Sturluson, The Younger Edda, also called Snorre's Edda or The Prose Edda. tradução: Rasmus B. Anderson. ler
  • Anônimo, The Poetic Edda (Hyndluljóð e notas). tradução: Henry Adams Bellows. ler
  • Saxo Grammaticus, The Danish History, Books I-IX. tradução: Oliver Elton. ler

Nome e epítetos

Nanna Esposa de Baldur: Papel que a Edda em Prosa lhe dá. No relato da pira, ela é chamada de mulher de Baldur, e sua morte decorre da dele.. Filha de Nep: Filiação dada por Snorri nas duas traduções antigas lidas.

Nas fontes antigas

Edda em Prosa, Gylfaginning (tradução de I. A. Blackwell, edição Norroena de 1906), Século XIII, obra atribuída a Snorri Sturluson (datação geral). Fonte principal.

Os mitos

A pira de Baldur e a morte de Nanna. Depois que Baldur morreu, os Æsir levaram o corpo à beira-mar. Ali estava o navio Hringhorn, tido como o maior do mundo.

Culto e arqueologia

As fontes abertas lidas (as duas traduções da Edda em Prosa, a nota de Bellows sobre a Edda Poética e o livro 3 de Saxo) não descrevem culto a Nanna.

Como era representado

Nenhuma das fontes lidas descreve imagem, atributo visual ou objeto sagrado de Nanna. O que o texto lhe atribui são objetos de dádiva: a túnica ou o lenço enviado a Frigga e o anel de ouro enviado a Fulla.

O que os estudiosos discutem

Nep ou Nef. A tradução de Blackwell escreve o pai de Nanna como Nef no §33 e como Nep no §59. Anderson escreve Nep nos dois lugares, e Bellows cita a mesma passagem de Snorri com Nep.

Depois da Antiguidade

A recepção moderna de Nanna passa em grande parte pelas traduções usadas aqui. A de Blackwell (1906) e a de Anderson (1879) deram ao leitor de língua inglesa a cena da pira, e Bellows (1923) e Elton (1905) deram a Edda…

Você sabia?

Os presentes que ela envia de Hel vão a duas deusas: Frigga e Fulla. Em Saxo, ela recusa Baldur dizendo que deuses e mortais não formam laços firmes, e casa com Hother.

Relíquia do Códice

Manto do Luto. O símbolo de sua devoção, que a fez seguir o amado Baldur até a própria morte e o mundo dos mortos.

O resto deste pergaminho está selado

As lendas, o mito, o culto e as relíquias fazem parte do Códice completo. Você pode abrir 1 ficha completa de graça por dia; para abrir todas as 500 divindades sem limite e sem anúncios, assine o Codex PRO.

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