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Retrato de Khepri, divindade egípcia
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Egípcios

Khepri

O Sol Nascente

Domínio
Sol Nascente, Renascimento e Criação
Alinhamento
Leal e Bom
Elemento
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Relíquias do Poder
Escaravelho Solar
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O Códice completo

5 seções desta ficha estão abertas para todo mundo: o resumo, o povo, os símbolos, a linhagem e as fontes. As outras 9 (Nome e epítetos, Nas fontes antigas, Os mitos, Culto e arqueologia, Como era representado, O que os estudiosos discutem, Depois da Antiguidade, Você sabia?, Relíquia do Códice) fazem parte do Códice completo: o PRO abre o estudo inteiro das 500 divindades, e sem assinatura você lê uma ficha completa por dia, igual no app.

O Povo

Povo
Egípcios antigos
Região
Vale do Nilo, Egito
Período
c. 3100 a.C. – 400 d.C.

Os deuses egípcios foram cultuados por mais de três milênios às margens do Nilo, com templos monumentais em Karnak, Luxor e Heliópolis. Os faraós eram tidos como divinos, e a vida girava em torno da ordem cósmica (Maat) e da preparação para a vida após a morte. O culto perdurou até a ascensão do cristianismo no Egito romano.

No festival de Opet, a barca sagrada de Amon navegava de Karnak a Luxor entre multidões em festa. Nos templos, sacerdotes despertavam, vestiam e alimentavam a estátua do deus todos os dias, e a Bela Festa do Vale levava as divindades a visitar a margem dos mortos.

Em poucas palavras

Khepri (Khepera, em grafia antiga) é o nome egípcio do sol em sua forma de manhã, ligado ao verbo kheper, «vir a ser, tornar-se, rolar». O seu símbolo é o escaravelho sagrado, besouro que rola bolas de esterco. Nos textos funerários e cosmogônicos que Budge traduziu, Khepera é a forma sob a qual o criador surge do oceano primordial Nun, produz a si mesmo e gera Shu e Tefnut. Ele é também o penhor da ressurreição: o escaravelho entra na tumba como amuleto do coração. O estudo se apoia em traduções antigas, de 1895 a 1904, e declara onde falta conferência.

11 min de leitura · Revisado em 14 de outubro de 2026 · Como pesquisamos

Símbolos sagrados

O escaravelho, o disco solar, a bola de esterco e a aurora

Família

Khepri
Genealogia segundo Khepera é descrito como pai dos deuses e gerador de Shu e Tefnut no Papiro de Nesi-Amsu, segundo Budge, The Gods of the Egyptians (1904), pp. 294-304 e 357. Não há filiação de pais conferida nas fontes lidas; a lista fica vazia por isso, sem suposição.

Fontes e leituras

Fontes primárias

  • E. A. Wallis Budge, The Book of the Dead: The Papyrus of Ani. tradução: Tradução inglesa de 1895 (Projeto Gutenberg, n. 7145). ler
  • E. A. Wallis Budge, The Gods of the Egyptians, vol. I (1904). tradução: Traduz e descreve o Papiro de Nesi-Amsu, o Amduat, o Livro dos Mortos (caps. 17, 30B, 64) e o Mito de Rá e Ísis. ler
  • Horapolo, The Hieroglyphics of Horapollo Nilous. tradução: Tradução de A. T. Cory, 1840. ler

Estudos

  • Wikipedia, Khepri. Wikipedia (en). abrir

Nome e epítetos

O nome vem da raiz egípcia kheper, que Budge glosa como «fazer, formar, produzir, tornar-se» e, em sentido derivado, «rolar».

Nas fontes antigas

Livro dos Mortos, capítulo 17, Império Novo, com materiais mais antigos. O morto diz «sou Tem ao nascer; sou o Único; vim a ser em Nun; sou Rá que se levantou no princípio».

Os mitos

O criador que vem a ser em Nun. O texto mais explícito sobre Khepera é a abertura do «Livro de conhecer as evoluções de Rá», que Budge traduz do papiro de Nesi-Amsu.

Culto e arqueologia

Budge afirma que a veneração do besouro era anterior à de Rá e se espalhava por todo o país; a identificação de Rá com o deus-besouro seria um enxerto de sacerdotes sobre crenças mais velhas.

Como era representado

Segundo a descrição de Budge, Khepera é representado de forma humana com um besouro sobre a cabeça, ou com o besouro no lugar da cabeça; numa cena de Lanzone, um Khepera sentado tem entre os joelhos a cabeça do falcão d…

O que os estudiosos discutem

Deus próprio ou aspecto do sol?. As fontes lidas tratam Khepera quase sempre como forma de Rá ou de Tem. O Mito de Rá e Ísis divide o dia em Khepera, Rá e Tem; o capítulo 17 responde que o «Único» que veio a ser em Nun…

Depois da Antiguidade

Na recepção antiga, o besouro sagrado ficou na escrita e na reflexão gregas. Horapolo explica o símbolo como imagem do mundo e do auto-gerado; Budge lembra que Eliano e Porfírio repetiam a crença de que todos os besouro…

Você sabia?

Segundo Budge, o escaravelho de coração do capítulo 30B devia ser de pedra verde com aro de ouro; o rubrico manda ungi-lo com óleo e recitar sobre ele as palavras de poder.

Relíquia do Códice

Escaravelho Solar. O besouro sagrado que empurra o disco do sol pelo céu, como rola sua bola de esterco na terra.

O resto deste pergaminho está selado

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