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Retrato de Sól, divindade nórdica
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Sól

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O Códice completo

5 seções desta ficha estão abertas para todo mundo: o resumo, o povo, os símbolos, a linhagem e as fontes. As outras 9 (Nome e epítetos, Nas fontes antigas, Os mitos, Culto e arqueologia, Como era representado, O que os estudiosos discutem, Depois da Antiguidade, Você sabia?, Relíquia do Códice) fazem parte do Códice completo: o PRO abre o estudo inteiro das 500 divindades, e sem assinatura você lê uma ficha completa por dia, igual no app.

O Povo

Povo
Povos nórdicos e germânicos
Região
Escandinávia e norte da Europa
Período
Era Viking, séc. VIII–XI

Os deuses de Asgard eram cultuados pelos povos nórdicos da Escandinávia e pelos germânicos, sobretudo durante a Era Viking. Guerreiros buscavam morrer em batalha para alcançar o Valhalla de Odin, e os mitos foram preservados nas Eddas da Islândia. O culto declinou com a cristianização da região por volta do ano 1000.

Os nórdicos celebravam blóts, sacrifícios sazonais com banquetes de carne e hidromel, como o Yule do solstício de inverno. O grande templo de Uppsala, na Suécia, reunia a cada nove anos um dos maiores festivais sacrificiais do mundo viking.

Em poucas palavras

Sól é o sol do mundo nórdico antigo, e o sol é gramaticalmente feminino nessa língua. Os textos a dão como filha de Mundilfari, irmã de Máni (a lua) e esposa de Glenr. Os deuses a põem a conduzir os cavalos de uma carruagem de luz, perseguida pelo lobo Sköll. Antes do fim dos tempos ela gerará uma filha, que percorrerá o mesmo caminho. Quase tudo vem da Edda Poética e da Edda em Prosa; não há mito longo nem culto atestado.

As fontes antigas sobre esta divindade são escassas. Este estudo reúne só o que está registrado.

7 min de leitura · Revisado em 14 de outubro de 2026 · Como pesquisamos

Símbolos sagrados

Carruagem solar, os cavalos Árvakr e Alsvinnr, o escudo Svalinn e o lobo Sköll

Família

Pais
Mundilfari
Irmãos
Sól
Uniões
Glenr
Filhos
Filha sem nome, que seguirá o caminho da mãe
Genealogia segundo Vafþrúðnismál 23, 46–47 e Völuspá 5 (trad. Thorpe, https://www.gutenberg.org/ebooks/14726); Gylfaginning 11, 12, 36, 55, 58 (trad. Anderson, numeração dessa edição, https://www.gutenberg.org/ebooks/18947)

Fontes e leituras

Fontes primárias

  • Anônimo / Anonymous, Völuspá, Vafþrúðnismál, Grímnismál, Alvíssmál. tradução: Benjamin Thorpe, Edda of Sæmund the Learned (in The Elder Eddas, Gutenberg #14726). ler
  • Snorri Sturluson, Gylfaginning (Edda em Prosa / Prose Edda). tradução: Rasmus B. Anderson, The Younger Edda (1880; Gutenberg #18947). ler
  • Snorri Sturluson, Gylfaginning (Edda em Prosa / Prose Edda). tradução: I. A. Blackwell, The Younger Eddas (in Gutenberg #14726). ler
  • Anônimo / Anonymous, Merseburger Zaubersprüche (segundo encantamento / second charm). tradução: transcrição em alto-alemão antigo / Old High German transcription, Wikisource. ler

Nome e epítetos

Em nórdico antigo, sól é a palavra comum para «sol». O poema Alvíssmál, na estrofe 17, registra que os homens dizem sól, os deuses sunna, os anões dvalins leika, os gigantes eygló, os elfos fagrahvél e os filhos dos Æsi…

Nas fontes antigas

Völuspá, datação discutida; manuscritos do século XIII. O sol vem do sul, não sabe onde fica sua morada e escurece no fim do mundo. Vafþrúðnismál, datação discutida.

Os mitos

O nome dado aos filhos de Mundilfari. Em Gylfaginning 11, Gangleri pergunta como o sol e a lua são governados. Hár responde que um homem chamado Mundilfari tinha dois filhos tão belos que deu ao rapaz o nome de Lua e à…

Culto e arqueologia

Nenhum dos textos consultados descreve oferendas, sacerdotes, festas ou santuário de Sól. Gylfaginning 36 apenas conta Sól e Bil entre as divindades femininas (Ásynjur), acrescentando que sua natureza já foi explicada.

Como era representado

Os textos descrevem uma carruagem puxada por Árvakr e Alsviðr, com bolsas de ar sob as espáduas dos cavalos, o escudo Svalinn à frente e um lobo atrás.

O que os estudiosos discutem

Quem devora o sol. Gylfaginning 12 e Grímnismál 39 dão Sköll como perseguidor do sol. Vafþrúðnismál 46 pergunta o que acontece quando Fenrir tiver devorado o sol, e Gylfaginning 55 fala apenas de «o lobo».

Depois da Antiguidade

A poesia eddica usa o sol como figura de linguagem e como personagem, e Snorri reúne versos e explicações em narrativa contínua.

Você sabia?

Em nórdico antigo o sol é feminino e a lua masculina, ao contrário do português; Anderson anota isso ao citar Völuspá. Gylfaginning 11 nomeia pai, irmão e marido de Sól, mas a filha que a sucederá nunca recebe nome.

Relíquia do Códice

Carruagem Solar de Asgard. Uma biga puxada pelos cavalos Árvakr e Alsvinnr, eternamente perseguida pelo lobo Sköll.

O resto deste pergaminho está selado

As lendas, o mito, o culto e as relíquias fazem parte do Códice completo. Você pode abrir 1 ficha completa de graça por dia; para abrir todas as 500 divindades sem limite e sem anúncios, assine o Codex PRO.

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