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Retrato de Nyame, divindade africana
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Nyame

O Deus do Céu

Domínio
Criação, Céu e Destino
Alinhamento
Leal e Bom
Elemento
Luz
Relíquias do Poder
Abóbada Celeste
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O Códice completo

5 seções desta ficha estão abertas para todo mundo: o resumo, o povo, os símbolos, a linhagem e as fontes. As outras 9 (Nome e epítetos, Nas fontes antigas, Os mitos, Culto e arqueologia, Como era representado, O que os estudiosos discutem, Depois da Antiguidade, Você sabia?, Relíquia do Códice) fazem parte do Códice completo: o PRO abre o estudo inteiro das 500 divindades, e sem assinatura você lê uma ficha completa por dia, igual no app.

O Povo

Povo
Povos africanos
Região
África subsaariana
Período
antiguidade – presente

Estas divindades reúnem tradições de diversos povos da África subsaariana, dos bantos aos akan e dogon. Cultuadas por meio de ritos ancestrais, máscaras e tambores, ligam as comunidades aos espíritos da natureza e aos antepassados. Muitas dessas crenças seguem vivas tanto na África quanto nas religiões da diáspora.

Sociedades de máscaras, como as dos dogon e dos bambara, dão corpo aos espíritos em danças cerimoniais. Ritos de iniciação marcam a passagem à vida adulta, e oferendas de água, grãos e animais mantêm o elo com os ancestrais e os espíritos da natureza.

Em poucas palavras

Nyame (Onyame, Nyankopon) é o nome do Ser Supremo, o Deus do Céu, nas fontes sobre os akan e os ashanti. Rattray, que recolheu seu material em Ashanti no início dos anos 1920, descreve-o como um deus distante, lembrado em altares domésticos feitos de um galho bifurcado e não em imagens. Os deuses menores, os abosom, seriam seus intermediários. Os contos anansesem o mostram como dono original das histórias e pai de Noite, Lua e Sol. As fontes são etnográficas e linguísticas, dos séculos XIX e XX; não há textos antigos escritos sobre esse culto.

9 min de leitura · Revisado em 14 de outubro de 2026 · Como pesquisamos

Símbolos sagrados

O céu, o sol, a chuva e o 'Gye Nyame'

Família

Nyame
Filhos
Esum (Noite)Osrane (Lua)Owia (Sol)
Genealogia segundo Rattray, Akan-Ashanti Folk-Tales (1930), contos sobre Noite, Lua e Sol; Rattray, Ashanti (1923), cap. XIV (rios como filhos de Nyame)

Fontes e leituras

Fontes primárias

  • R. S. Rattray, Ashanti. tradução: Oxford, Clarendon Press, 1923. ler
  • R. S. Rattray, Akan-Ashanti Folk-Tales. tradução: Oxford University Press, 1930; textos em twi com tradução do autor. ler
  • J. G. Christaller, A Dictionary of the Asante and Fante Language called Tshi (Chwee, Twi). tradução: Basel, Missão de Basileia, 1881. ler

Estudos

  • R. S. Rattray, Ashanti Proverbs (referido por Rattray em Ashanti, 1923, como fonte de outros provérbios sobre o Ser Supremo; não consultado). Clarendon Press, 1916.

Nome e epítetos

No dicionário de 1881, Christaller registra o-nyame com dois sentidos: o céu, a abóbada visível em que se veem sol, lua e estrelas, e o Ser Supremo, o Criador de todas as coisas.

Nas fontes antigas

Rattray, Ashanti, 1923 d.C.. Obra de um oficial do Serviço Político da Costa do Ouro, baseada em pesquisa de campo em Ashanti.

Os mitos

Ananse compra as histórias do Deus do Céu. Kwaku Ananse, a Aranha, vai a Nyankonpon, o Deus do Céu, para comprar as histórias dele.

Culto e arqueologia

A parte mais detalhada vem de Rattray (1923, cap. XIII). Ele discute a opinião de Sir A. B. Ellis, para quem Nyankopon seria um deus tomado de europeus, sem sacrifício nem sacerdotes.

Como era representado

Segundo Rattray (1923, cap. XIII), não há imagem de Nyame. O Ser Supremo é lembrado no Nyame dua, o galho bifurcado com bacia, e no machado de pedra neolítico chamado Nyame akuma, "machado de Deus".

O que os estudiosos discutem

Deus supremo africano ou deus importado?. Rattray (1923) reproduz a tese de Ellis: Nyankopon seria uma divindade tomada de europeus, sem culto próprio.

Depois da Antiguidade

Os contos anansesem, que levam o nome da Aranha mas se chamam também "palavras do Deus do Céu", mantiveram Nyame na tradição oral.

Você sabia?

Entre os provérbios que Rattray cita: "Se você quiser contar algo ao Ser Supremo, conte ao vento" (Wope aka asem akyere Onyankopon a, ka kyere mframa).

Relíquia do Códice

Abóbada Celeste. O próprio céu sob seu domínio, de onde envia a chuva, o sol e os destinos aos homens.

O resto deste pergaminho está selado

As lendas, o mito, o culto e as relíquias fazem parte do Códice completo. Você pode abrir 1 ficha completa de graça por dia; para abrir todas as 500 divindades sem limite e sem anúncios, assine o Codex PRO.

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