Persas
13 divindades do panteão
Origem, Cosmovisão e Mitologia dos Persas
Tradição sagrada associada aos Persas (zoroastristas)
Origem e Cosmovisão Mitológica
As divindades persas pertencem ao zoroastrismo, a fé do antigo Império Persa, fundada nos ensinamentos de Zaratustra. Centrada na luta cósmica entre o bem (Ahura Mazda) e o mal (Angra Mainyu), influenciou o judaísmo, o cristianismo e o islã. Ainda é praticada por comunidades zoroastristas no Irã e na Índia (parses).
Os mitos deste panteão fundamentavam a estrutura moral e política de suas cidades e aldeias, estabelecendo liturgias de consagração, ritos de passagem e explicações para os ciclos sazonais da terra e das estrelas.
Principais Divindades e Figuras Centrais
Entre as 13 divindades catalogadas no Codex para este panteão, destacam-se figuras de liderança cósmica, protetores dos lares e soberanos dos elementos:
- Ahura Mazda — Criação, Sabedoria e Luz
- Angra Mainyu — Mal, Trevas e Destruição
- Mithra — Pactos, Luz e Justiça
- Anahita — Águas, Fertilidade e Guerra
- Atar — Fogo, Pureza e Verdade
Templos, Práticas Rituais e Culto
Nos templos do fogo, sacerdotes mantêm chamas sagradas que ardem há séculos — a de Yazd, no Irã, há mais de 1.500 anos. O Nowruz, ano novo persa do equinócio de primavera, e a noite de Yalda, no solstício de inverno, celebram a vitória da luz sobre as trevas.
Os sacerdotes e guardiões tradicionais mantinham a preservação dos hinos sagrados e das genealogias divinas, assegurando que o favor dos deuses sustentasse a fertilidade das colheitas e a proteção contra pragas e guerras.
13 divindades












