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Retrato de Pazuzu, divindade mesopotâmica
Mesopotâmicos
Toque ou arraste
Mesopotâmicos

Pazuzu

O Rei dos Demônios do Vento

Domínio
Vento, Pragas e Proteção
Alinhamento
Caótico e Neutro
Elemento
Trevas
Relíquias do Poder
Amuleto Protetor
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O Códice completo

5 seções desta ficha estão abertas para todo mundo: o resumo, o povo, os símbolos, a linhagem e as fontes. As outras 9 (Nome e epítetos, Nas fontes antigas, Os mitos, Culto e arqueologia, Como era representado, O que os estudiosos discutem, Depois da Antiguidade, Você sabia?, Relíquia do Códice) fazem parte do Códice completo: o PRO abre o estudo inteiro das 500 divindades, e sem assinatura você lê uma ficha completa por dia, igual no app.

O Povo

Povo
Sumérios, acádios e babilônios
Região
Mesopotâmia (atual Iraque)
Período
c. 3500 – 500 a.C.

Os deuses mesopotâmicos eram cultuados pelos sumérios, acádios, babilônios e assírios na terra entre o Tigre e o Eufrates, berço da escrita e das cidades. Cada urbe erguia um zigurate ao seu deus patrono, servido por uma poderosa casta de sacerdotes. Seus mitos, como o Enuma Elish e a Epopeia de Gilgamesh, estão entre os mais antigos do mundo.

O festival de Akitu abria o ano novo com procissões pela Via Sacra da Babilônia, e o rito do casamento sagrado unia simbolicamente Inanna e Dumuzi para garantir a fertilidade. Lamentações, hinos e adivinhação pelo fígado de animais marcavam a vida religiosa diária.

Em poucas palavras

Pazuzu é o rei dos maus demônios do vento na mitologia mesopotâmica, senhor dos ventos do sudoeste, ligados a doenças. Figura aterradora, com corpo de homem, cabeça de cão ou leão, asas e garras, tornou-se no I milênio a.C. um protetor: sua imagem em estatuetas e amuletos era usada contra a demônia Lamashtu e contra os males que ela trazia a grávidas e recém-nascidos.

3 min de leitura · Revisado em 15 de outubro de 2026 · Como pesquisamos

Símbolos sagrados

As asas, as garras, a cabeça canina e o vento ardente

Família

Pais
Hanbu
Pazuzu
Genealogia segundo Inscrição das estatuetas de Pazuzu (Heeßel 2002)

Fontes e leituras

Estudos

  • Jeremy Black; Anthony Green, Gods, Demons and Symbols of Ancient Mesopotamia, British Museum Press. 1992.
  • Nils P. Heeßel, Pazuzu: Archäologische und philologische Studien zu einem altorientalischen Dämon, Brill (Ancient Magic and Divination 4). 2002.
  • Walter Farber, Lamaštu: An Edition of the Canonical Series of Lamaštu Incantations and Rituals and Related Texts from the Second and First Millennia B.C., Eisenbrauns. 2014.

Nome e epítetos

O nome aparece em cuneiforme como dPa-zu-zu, com determinativo divino. A inscrição do Louvre transcreve Hampa; Heeßel (2002) usa Hanbu, variante mantida na discussão do texto.

Nas fontes antigas

Inscrições em estatuetas e amuletos de Pazuzu, I milênio a.C.. Principal testemunho: o próprio deus fala em primeira pessoa, identificando-se como filho de Hanbu e rei dos demônios do vento.

Os mitos

A inscrição do deus: filho de Hanbu, rei dos demônios do vento. Não se conserva um mito narrado de Pazuzu como o de Apsu ou Tiamat.

Culto e arqueologia

Pazuzu não é descrito nas obras citadas como destinatário de templo ou culto regular. Seu uso é apotropaico: estatuetas, cabeças e amuletos de seu rosto, usados ou guardados para afastar Lamashtu e os males do vento, so…

Como era representado

Black e Green descrevem Pazuzu com cabeça de cão ou leão, olhos saltados, corpo escamoso, asas, garras e cauda de escorpião; a ficha do deus resume: corpo de homem, cabeça canina, asas e garras.

O que os estudiosos discutem

Demônio maligno ou protetor?. Pazuzu é a um só tempo agente dos ventos destrutivos e protetor contra mal maior. Heeßel analisa essa ambivalência a partir dos textos e dos objetos; a leitura corrente é a de que o terror…

Depois da Antiguidade

No século XX, Pazuzu ganhou fama mundial ao aparecer no romance de William Peter Blatty (1971) e no filme O Exorcista (1973).

Você sabia?

As estatuetas trazem a fala do próprio deus, que se apresenta como filho de Hanbu e rei dos demônios do vento. Na estatueta MNB 467 do Louvre, Pazuzu está de pé sobre uma base, com o braço direito erguido; a inscrição c…

Relíquia do Códice

Amuleto Protetor. A figura usada como talismã contra os ventos malignos e contra a demônia Lamashtu.

O resto deste pergaminho está selado

As lendas, o mito, o culto e as relíquias fazem parte do Códice completo. Você pode abrir 1 ficha completa de graça por dia; para abrir todas as 500 divindades sem limite e sem anúncios, assine o Codex PRO.

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