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Retrato de Tsukuyomi, divindade japonesa
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Tsukuyomi

O Deus da Lua

Domínio
Noite, Lua e Estações
Alinhamento
Leal e Neutro
Elemento
Ar
Relíquias do Poder
Cálice de Jade Prateado
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O Códice completo

5 seções desta ficha estão abertas para todo mundo: o resumo, o povo, os símbolos, a linhagem e as fontes. As outras 9 (Nome e epítetos, Nas fontes antigas, Os mitos, Culto e arqueologia, Como era representado, O que os estudiosos discutem, Depois da Antiguidade, Você sabia?, Relíquia do Códice) fazem parte do Códice completo: o PRO abre o estudo inteiro das 500 divindades, e sem assinatura você lê uma ficha completa por dia, igual no app.

O Povo

Povo
Japoneses
Região
Arquipélago do Japão
Período
c. 500 a.C. – presente

Os kami do xintoísmo são cultuados no Japão desde tempos imemoriais, em milhares de santuários espalhados pelo arquipélago. A família imperial reivindica descendência direta da deusa do sol Amaterasu, e o culto convive com o budismo trazido do continente. Festivais (matsuri) e ritos de purificação mantêm vivas essas crenças até hoje.

Os matsuri enchem as ruas com procissões de santuários portáteis (mikoshi), tambores e danças. O grande santuário de Ise, dedicado a Amaterasu, é reconstruído a cada vinte anos, e no hatsumode milhões visitam os santuários no ano novo para pedir bênçãos.

Em poucas palavras

Tsukuyomi é o kami da lua nos registros japoneses do século VIII e um dos três "filhos nobres" de Izanagi. No Kojiki, nasce quando Izanagi lava o olho direito depois de voltar da terra dos mortos; recebe o governo do "reino da noite" e some da narrativa. O Nihon Shoki conta o mesmo deus de formas diferentes: filho conjunto de Izanagi e Izanami, nascido de um espelho, senhor das marés, e matador de Ukemochi, a divindade do alimento. Esse último episódio explica, numa só variante, por que sol e lua não aparecem juntos. Sobre culto e aparência, as fontes dizem pouco.

As fontes antigas sobre esta divindade são escassas. Este estudo reúne só o que está registrado.

9 min de leitura · Revisado em 14 de outubro de 2026 · Como pesquisamos

Símbolos sagrados

Lua, prata e a noite serena

Família

Tsukuyomi
Genealogia segundo Kojiki, seções X–XI: nascimento de Izanagi e os três filhos; Nihon Shoki, livro I: versão principal distinta, que chama o deus lunar de consorte da deusa solar, e variantes sobre mãos, espelho e olho.

Fontes e leituras

Fontes primárias

  • Anônimo, Kojiki, seções X–XI. tradução: Basil Hall Chamberlain, 1882. ler
  • Anônimo, Nihon Shoki (Nihongi), livro I. tradução: W. G. Aston, 1896. ler
  • Anônimo, Nihongi, vol. I (texto completo, edição de Aston). tradução: W. G. Aston, 1896. ler

Estudos

  • Mori Mizue, Tsukuyomi, Encyclopedia of Shinto, Kokugakuin University. abrir
  • Nakayama Kaoru, Ukemochi, Encyclopedia of Shinto, Kokugakuin University. abrir
  • Kokugakuin University, 月読命, Base de nomes divinos do Kojiki. abrir

Nome e epítetos

No Kojiki o nome se escreve 月読命, Tsukuyomi no Mikoto. A base de dados de deuses do Kojiki da Universidade Kokugakuin observa que o texto principal do livro I do Nihon Shoki diz apenas "deus da lua" (月神) e que as variant…

Nas fontes antigas

Kojiki, 712 d.C.. Conta a purificação de Izanagi, o nascimento dos três filhos e a entrega da noite (yo no osu kuni) a Tsukuyomi. Depois disso o deus não volta a aparecer. Nihon Shoki (Nihongi), 720 d.C..

Os mitos

A purificação de Izanagi e a repartição do mundo. Depois de visitar a terra dos mortos e fugir de Izanami, Izanagi se purifica na água. Do olho esquerdo nasce Amaterasu; do olho direito, Tsukuyomi; do nariz, Susanoo.

Culto e arqueologia

A Encyclopedia of Shinto diz que Tsukuyomi é cultuado no Tsukuyomi no Miya, santuário separado (betsugū) dos Grandes Santuários de Ise, e em vários santuários listados no Engishiki, nas regiões de Yamashiro e Ise.

Como era representado

Nenhum dos trechos citados do Kojiki e do Nihon Shoki descreve a aparência de Tsukuyomi. O texto principal fala só em esplendor "logo abaixo do sol", e uma variante o faz nascer de um espelho, mas nada fixa rosto, roupa…

O que os estudiosos discutem

Uma lua, vários domínios. Os textos antigos dão ao deus lunar três campos: a noite, no Kojiki; as marés do mar, numa variante do Nihon Shoki; e o céu partilhado com a deusa solar, noutras.

Depois da Antiguidade

A pesquisa japonesa moderna volta a esse deus por causa do que lhe falta: filho nobre menos narrado do que os outros dois, ele deixa lacunas que os especialistas tentam explicar por comparação textual e por costumes pop…

Você sabia?

No Kojiki Izanagi dá a Tsukuyomi a noite; numa variante do Nihon Shoki, as marés; em outra, o governo do céu junto com Amaterasu.

Relíquia do Códice

Cálice de Jade Prateado. Um cálice que reflete as fases lunares e acalma os impulsos mundanos.

O resto deste pergaminho está selado

As lendas, o mito, o culto e as relíquias fazem parte do Códice completo. Você pode abrir 1 ficha completa de graça por dia; para abrir todas as 500 divindades sem limite e sem anúncios, assine o Codex PRO.

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