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Retrato de Mazu, divindade chinesa
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Mazu

A Imperatriz Celeste do Mar

Domínio
Mar, Marinheiros e Proteção
Alinhamento
Leal e Bom
Elemento
Água
Relíquias do Poder
Lanterna que Acalma as Ondas
Falar com Mazu

O Códice completo

5 seções desta ficha estão abertas para todo mundo: o resumo, o povo, os símbolos, a linhagem e as fontes. As outras 9 (Nome e epítetos, Nas fontes antigas, Os mitos, Culto e arqueologia, Como era representado, O que os estudiosos discutem, Depois da Antiguidade, Você sabia?, Relíquia do Códice) fazem parte do Códice completo: o PRO abre o estudo inteiro das 500 divindades, e sem assinatura você lê uma ficha completa por dia, igual no app.

O Povo

Povo
Chineses
Região
China
Período
c. 1600 a.C. – presente

As divindades chinesas reúnem tradições do taoismo, do budismo e da religião popular, cultuadas há milênios em toda a China. Presididas pelo Imperador de Jade, formam uma vasta burocracia celeste que espelha o império terreno. São honradas em templos, no Ano Novo Chinês e nos altares dos lares e ancestrais.

O Ano Novo Chinês saúda os deuses com fogos, leões dançantes e oferendas ao Deus da Cozinha, que sobe ao céu para relatar a conduta da família. O Festival do Barco-Dragão honra o poeta Qu Yuan, e no Qingming as famílias varrem os túmulos e cultuam os ancestrais.

Em poucas palavras

Mazu é a augusta deusa soberana dos oceanos, padroeira suprema dos marinheiros, pescadores e navegantes e a venerável Imperatriz Celestial (Tianhou) na mitologia e na religião tradicional do sudeste da China, de Taiwan e de toda a diáspora asiática ultramarina. Deificação histórica da virtuosa donzela Lin Moniang, nascida na Ilha de Meizhou no século X, ela dedicou sua mocidade terrena à previsão de tufões, à medicina fitoterápica e ao salvamento espiritual de navios em alto-mar através de projeção extracorpórea em transe. Escoltada por seus generais domados Qianliyan e Shunfeng'er, ela manifesta-se nos mastros em meio às tempestades segurando sua lanterna vermelha salvadora. Ela guia os barcos com segurança até os portos abrigados, consolando os corações aflitos dos navegantes.

14 min de leitura · Revisado em 28 de setembro de 2026 · Como pesquisamos

Símbolos sagrados

A lanterna, as vestes vermelhas, o mar revolto e os guardiões de olhos e ouvidos

Família

Pais
Lin YuanSenhora Wang
Mazu
Genealogia segundo Tianfei Xiansheng Lu; Song Shi, Livro 465; Ming Shi; Daozang, Taishang Laojun Shuo Tianfei Jiuqie Sutra

Fontes e leituras

Fontes primárias

  • Lin Yaosheng, Tianfei Xiansheng Lu. tradução: So Kee Long, 1990.
  • Tuo Tuo, Song Shi. tradução: Herbert Franke, 1976.
  • Zhang Tingyu, Ming Shi. tradução: Edward L. Farmer, 1995.
  • Zheng He, Inscrição da Estela de Changle. tradução: Louise Levathes, 1994.

Estudos

  • James L. Watson, Standardizing the Gods: The Promotion of T'ien Hou ('Empress of Heaven') Along the South China Coast, 960-1960. University of California Press, 1985.
  • So Kee Long, Prosperity and Violence: The Local Cultural Construction of the Mazu Cult in Fujian. Harvard University Press, 2000.
  • E. T. C. Werner, Myths and Legends of China. George G. Harrap & Co., 1922.
  • Kenneth Dean, Taoist Ritual and Popular Cults of Southeast China. Princeton University Press, 1993.

Nome e epítetos

O teônimo popular Mazu (媽祖) é um vocábulo dialetal afetuoso originário do dialeto Minnan das costas de Fujian, traduzindo-se literalmente como 'Mãe Ancestral', 'Nona Maternal' ou 'Avó Querida', expressando a proximidade…

Nas fontes antigas

Tianfei Xiansheng Lu., C. Século XVII dC.. Compilação hagiográfica de Meizhou detalhando os resgates no mar, a ascensão celestial e os títulos imperiais. Song Shi., 1345 dC..

Os mitos

O Transe Espiritual no Tear e o Resgate da Família no Mar Tempestuoso.. Nas compilações hagiográficas antigas do Tianfei Xiansheng Lu, relata-se o primeiro e mais célebre milagre operado por Lin Moniang quando ela conta…

Culto e arqueologia

O culto e a devoção popular a Mazu congregam atualmente mais de duzentos e cinquenta milhões de fiéis ativos distribuídos por mais de dez mil templos dedicados em mais de quarenta e cinco países de todos os continentes,…

Como era representado

A iconografia de Mazu na escultura tradicional em madeira de cânfora dourada, nos murais processionais e nas pinturas em seda laqueada é o testemunho máximo da dignidade régia imperial aliada à ternura maternal e à sere…

O que os estudiosos discutem

A Promoção Imperial da Deusa Popular pela Dinastia Qing.. Historiadores das instituições políticas e sinólogos conceituados como James Watson e Prasenjit Duara analisam a impressionante ascensão e canonização de Mazu co…

Depois da Antiguidade

Na contemporaneidade, a figura venerável e maternal de Mazu desfruta de um prestígio incomparável em toda a bacia do Pacífico e na cultura global.

Você sabia?

O nome da cidade de Macau deriva do Templo A-Ma: segundo a tradição, os navegadores portugueses que aportaram no século XVI perguntaram o nome do local e ouviram "A-Ma-Gau".

Relíquia do Códice

Lanterna que Acalma as Ondas. Uma lanterna divina que brilha sobre as águas, guiando os barcos a salvo através das tempestades.

O resto deste pergaminho está selado

As lendas, o mito, o culto e as relíquias fazem parte do Códice completo. Você pode abrir 1 ficha completa de graça por dia; para abrir todas as 500 divindades sem limite e sem anúncios, assine o Codex PRO.

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